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O objetivo deste estudo foi avaliar o consumo, por 150 crianças de até 10 anos, de pó para gelatina, preparado sólido para refresco e refrigerante. Foi feita aplicação de questionário de freqüência quantitativa e qualitativa com população infantil atendida no ambulatório de pediatria do Hospital Universitário Gafrée Guinle, Rio de Janeiro. Tais produtos são consumidos em demasia e introduzidos na dieta, em muitos dos casos, antes da criança completar 1 ano de idade. Sabe-se que os produtos estudados não são adequados nutricionalmente, pois apresentam, além dos corantes, outros aditivos alimentares e não contêm nenhum nutriente importante para o funcionamento do organismo.

Em relação aos corantes presentes nos produtos mencionados pela população estudada, constatou-se que os mais informados na rotulagem destes produtos, no item ingredientes, são amarelo crepúsculo, tartrazina e amaranto. Estimando que o teor dos corantes nos alimentos analisados esteja no limite máximo permitido pela legislação, observou-se que a grande maioria das crianças avaliadas pode estar excedendo a ingestão diária aceitável para o corante amaranto e que cerca de 20% da população pode estar excedendo o consumo recomendado para o amarelo crepúsculo. É importante que os valores máximos permitidos de corantes em alimentos, no Brasil, sejam adequados às recomendações realizadas pelo órgão internacional que avalia a segurança dos aditivos, e que ações educativas sejam realizadas.

Fonte: SCHUMANN, Simone Pinheiro Alves, POLONIO, Maria Lucia Teixeira e GONCALVES, Édira Castello Branco de Andrade. Avaliação do consumo de corantes artificiais por lactentes, pré-escolares e escolares. Ciênc. Tecnol. Aliment., vol.28, n.3, pp. 534-539, 2008.

Corantes e conservantes aumentam hiperatividade em crianças, diz estudo

Corantes artificiais e conservantes à base de benzoato elevam a hiperatividade de crianças pequenas, de acordo com um estudo britânico. O médico John O. Warner, do Southampton General Hospital, na Inglaterra, coordenou um trabalho de avaliação do impacto das substâncias citadas no comportamento de 277 crianças de pré-escolas, que verificou efeitos comportamentais negativos. Os especialistas frisaram que serão necessários estudos mais profundos para confirmar a prevalência da hiperatividade relacionada aos corantes e conservantes alimentares. Das crianças analisadas, 36 tinham hiperatividade e alergias, 75 eram apenas hiperativas, 79 tinham apenas alergias e 87 não apresentaram nenhum sintoma. De acordo com os pais das hiperativas, o distúrbio diminuiu depois que eles deixaram de consumir alimentos com as substâncias. A hiperatividade subiu quando corantes e conservantes voltaram à alimentação das crianças.  

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